Quem ela é e a história dela com o sorriso
1Quem ela é
A Juliana tem entre 38 e 40 anos e é da geração millennial. Trabalha fora, cuida da casa e encaixa exercício na semana, porque gosta de se cuidar. Ela valoriza a beleza, mas dá ainda mais valor à saúde. O plano dela para os próximos anos é envelhecer bem, com o corpo funcionando e a cara de quem se cuida.
A vida dela é cheia. Entre trabalho, casa e família, qualquer compromisso novo precisa provar que vale o espaço que vai ocupar na agenda. Ela não tem paciência para solução complicada nem para profissional que trata adulto como criança.
Se ela tem um filho adolescente, ele está naquela fase em que a aparência pesa muito e em que qualquer cobrança vira discussão em casa. Quem marca a consulta, acompanha o tratamento e lembra o filho de cuidar do aparelho é ela.
2A história dela com o próprio sorriso
A Juliana provavelmente usou aparelho na adolescência. Tirou, ficou feliz com o resultado e seguiu a vida. A manutenção depois do aparelho foi ficando para trás, porque ninguém deixou claro o tamanho da importância dela, ou porque a vida simplesmente atropelou.
Anos depois, ela começa a perceber que os dentes de baixo estão se encavalando de novo. No começo é um detalhe que só ela nota no espelho. Com o tempo, ela passa a reparar nas fotos, no jeito como sorri e em como acha que os outros a enxergam. Ela sente que perdeu o investimento que fez lá atrás e se pergunta se o tratamento antigo foi mal feito.
"Meu dente entortou de novo depois que eu tirei o aparelho, tem como resolver isso rápido?"
Como ela descreve o problema, com as palavras dela
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